O Design é a combinação da arte e da funcionalidade. Às vezes é mais artístico, outras, mais funcional... mas sempre com o mesmo objetivo: comunicar algo para um público específico.
No design não há feio nem bonito, um não é melhor que outro. O que existe é projeto mal feito, problemas com o processo de criação, falhas na metodologia. Deve-se usar os elementos da Gestalt, da Semiologia, Metodologia (e outros...) para projetar de modo a se atingir determinados objetivos. Se a mensagem foi passada de forma clara, se o produto chamou a atenção como deveria, então o trabalho foi bem feito.
Diferenças culturais geram designs diferentes, e cada público absorve a experiência de um jeito. Cada um tem seu gosto, suas preferências, e é muita pretensão classificá-los como sofisticado, brega, sem cultura ou algo parecido. A qualidade do design depende do designer, da capacidade do profissional de entender o público e produzir um projeto adequado a ele, e ao mesmo tempo adequado às regras de composição do design.
E cabe a nós, designers, captar e traduzir as particularidades de cada meio, saber a diferença entre trabalhos bons e trabalhos ruins, independentemente de nossos gostos pessoais.
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